A segurança Zero Trust parte de uma ideia simples: não confiar em ninguém por padrão. Ou seja, todo acesso é verificado, mesmo dentro da empresa. Dessa forma, um invasor com senha roubada não circula livre pela rede. Veja como aplicar a segurança Zero Trust no dia a dia.
O que é a segurança Zero Trust
O modelo antigo confiava em quem já estava dentro da rede. No entanto, esse era o ponto fraco. Afinal, basta uma senha vazada para o atacante agir como se fosse um funcionário. A segurança Zero Trust corrige isso: cada pedido de acesso passa por verificação, sem exceção.
Como aplicar na prática
Verifique sempre a identidade
A autenticação em dois fatores é a base. Por isso, mesmo com a senha em mãos, o invasor esbarra numa segunda barreira. Assim, o acesso indevido fica muito mais difícil.
Dê só o acesso necessário
Ninguém precisa enxergar tudo. Dessa forma, cada pessoa acessa apenas o que o trabalho exige. Como resultado, um problema fica contido em vez de se espalhar.
Acompanhe o que acontece na rede
O modelo pede atenção contínua às alterações nos sistemas. Além disso, esse acompanhamento aponta o comportamento estranho cedo. Portanto, a empresa age antes de o estrago crescer.
Os desafios e por que vale a pena
Adotar Zero Trust exige ajuste na infraestrutura e nas ferramentas. Primeiro, é preciso revisar como a rede e os acessos funcionam hoje. Depois, integrar autenticação e controle de acessos. No entanto, o ganho compensa: menos risco de vazamento e mais proteção dos dados, o que ajuda a cumprir a LGPD e evitar multa de até 2% do faturamento. Conheça a nossa base de servidores e use a Cartilha de Segurança do CERT.br para orientar a equipe.
Dentro da sua rede hoje, quem realmente precisa do acesso que tem?
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